"Foi escrito num mês, em tempo recorde", conta o jornalista e colaborador da tvmais, que ontem apresentou "Morrer em Times Square" na Fnac, do Colombo, em Lisboa, com os psicólogos Quintino Aires e Paulo Sargento e o editor Manuel da Fonseca.
Foto: José Oliveira
"O Hernâni não toma partido por nenhuma tese nem por nenhuma das personagens", elogia o psicólogo Paulo Sargento. "É uma relação de interesses de ambas as partes", explica o jornalista. "Carlos Castro tinha condições para pagar o preço de ter um Adónis com ele. No caso de Renato, foi a mesma coisa. Queria a luz de um palco onde não conseguia chegar", expõe.