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As opiniões sobre Kate Middleton nunca foram consensuais, e muito chegou a ser dito sobre as ideias negativas que a rainha Isabel II teria sobre a mulher do neto. A verdade é que nunca se tinham ouvido críticas tão duras como as proferidas por uma prestigiada professora da Universidade de Oxford, Helen Watanabe-O’Kelly, que estuda o papel dos consortes estrangeiros na monarquia.
Adorada pela maioria do povo britânico, são muitos os que acreditam no papel fundamental que a duquesa, mulher do príncipe William e mãe dos príncipes George e Charlotte, desempenha no seio da família real. Porém, enquanto uns defendem que no futuro será uma boa rainha, outros, como esta professora universitária, discordam. Na opinião de Helen Watanabe-O’Kelly, Kate Middleton “faz o mesmo tipo de coisas que uma rainha consorte fazia em 1500”, ou seja, o único motivo da sua existência é dar herdeiros a William. “É uma mulher sem personalidade própria e cuja única missão no mundo é dar à luz”, escreveu a catedrática no seu artigo sobre a duquesa.
As críticas continuaram: “Antes, quando um rei se casava fazia-o com uma mulher estrangeira que desempenhava um papel importante, pois introduziria melhorias culturais de outros países, como o fizeram Ana da Dinamarca ou Catarina de Bragança. A contribuição cultural de Kate Middleton é zero”. O artigo surpreendeu uma vez que a duquesa não costuma ser criticada.