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Esta terça-feira, José Castelo Branco recordou uma das pessoas que lhe foi mais importante. “A minha homenagem ao papá! 30º aniversário. Descansa em paz nas mãos de Deus. Lisboa, 31 de julho de 1988”, escreveu o marchand de arte, marcando desta forma o aniversário da morte do pai. O texto foi acompanhado por uma fotografia do progenitor de Castelo Branco, na qual este surge em África, onde morou durante muitos anos, com um grande felino morto ao seu colo. Foi isto mesmo que fez estalar a polémica entre os seguidores nas redes sociais.
“José Castelo triste”, “Zezito adoro-o é entendo a homenagem ao seu pai, mas não foi a melhor escolha de foto darling”, “Que descanse em paz o leopardo que ele assassinou, e todos os outros que tiveram o mesmo fim. Esses sim. Que descansem em paz”, “Não percebo esta coisa de ser chique caçar… Que há de chique em matar um animal um ser vivo inocente?”, “Não é a minha alma que é impura, quando abomino que se maltrate e matem animais. Acho lamentável a sua postura e reação. Não descurando a história e as tradições praticadas, não posso deixar de achar criminosa a pessoa que os mata” e “Pobre animal” são alguns dos comentários dos seguidores.
Perante tais reações, José Castelo Branco reagiu. “Quando esta manhã, resolvi em homenagem publicar este retrato do pai , em comemoração dos 30 anos da sua passagem terrena, jamais iria imaginar a quantidade de almas terrenas o iriam condenar? É inacreditável que a mente seja tão limitada que não entendam as práticas do início e meio do século passado no maravilhoso continente africano! […] Iremos nós crucificar o passado? […] Honestamente eu jamais irei condenar , o que não vivi , porque na realidade não conheci a veracidade dos factos e das práticas da época!”, começou por expor.
O marchand assegura, de seguida, que tem um papel ativo na defesa da vida animal e na proteção do meio ambiente, salientando o facto de vivermos tempos diferentes daqueles em que a tal fotografia foi captada: “Eu cresci a ir ao circo, a fazer visitas maravilhosas ao jardim zoológico. Vou ser sentenciado? Hoje sou dos grandes protetores da vida selvagem, anti-plástico convicto , militante de uma nova era de sustentabilidade,irei por na forca o passado que destrui-o o planeta ou irei educar as novas gerações a preservar? Verdade meus amores! Vamos continuar a viver alegremente, porque o Sol nasce e baixa todos os dias para nos iluminar a todos.”