
Já passava da meia-noite de segunda-feira, 16 de setembro, quando Cristina Ferreira falou com os jornalistas, enquanto revia o alinhamento da gala de estreia e tinha os colaboradores responsáveis pelo cabelos e a maquilhagem à sua espera. E na conversa, Cristina Ferreira assume sobre “Casa dos Segredos”: “O público pedia este programa há muito tempo”.
“Há concorrentes incríveis, todos muito diferentes, acho que até um bocadinho fora da norma daquilo que são os reality shows. Entusiasma-nos muito saber como é que eles vão dar-se dentro da casa”, começa por dizer a anfitriã, justificando o que levou “Secret Story” a suceder a “O Triângulo”, “Big Brother” e “Dilema”.
“Voltamos à ‘Casa dos Segredos’ porque este é um formato que estava a ser pedido pelo público há muito tempo. É, talvez, dos mais marcantes reality shows porque mete toda a gente dentro do jogo. Conversei com o Tiago [Rufino], vencedor da última edição, e ele falou com entusiasmo – e alguns ciúmes – destes concorrentes. Ele brincou e disse que para ganhar foi mentiroso do princípio ao fim.”
Para Cristina Ferreira apresentar a “Casa dos Segredos” é também um grande desafio. “É muito desafiante para mim, enquanto apresentadora, porque tenho de estar constantemente a pensar no que é que posso e não posso perguntar a cada um deles, porque eu e a Voz sabemos os segredos todos e isso é muito entusiasmante e feliz.”
A apresentadora sublinha ainda que a maioria dos novos jogadores queria participar desde muito cedo neste formato. “Quando o programa estreou eles andavam na escola primária. Quem tem 20 e poucos anos era, há quase 14 anos, miúdo e cresceu a ver isto ao lado das avós”, explica a diretora de Ficção e Entretenimento da TVI, confessando: “Gosto de reality shows, seja o ‘Big Brother’, a ‘Casa dos Segredos’, o ‘Dilema’ ou ‘O Triângulo’. A base são as pessoas! Tenho de fazer com elas um programa de TV que depende da participação delas e que eu posso espicaçar”.