Não, o novo reality show da TVI não é um “Big Brother” com outra roupagem. Pelo contrário. Do antecessor herda apenas a estrutura base. Ou seja, um grupo de concorrentes, fechado dentro de uma casa e vigiado durante 24 horas. Mas em “Dilema” há muito mais do que isso. E promete muitas surpresas. A revista TeleNovelas preparou um guia para entender “Dilema” o novo reality show da TVI.
Desde logo porque os concorrentes vivem permanente sem saberem bem o que poderão ou não fazer. É que qualquer decisão tomada em vão poderá comprometer a permanência no jogo. Entenda então melhor como funciona este novo programa.
A mecânica
No total, 2 equipas de 8 concorrentes disputam o jogo. Mas, ao longo da competição, os elementos poderão ter que ser forçados a mudar de grupo. Tudo devido a dilemas que o próprio programa trará. Existe um líder para cada uma das equipas, que mudará de semana a semana.
Semanalmente, dá-se a expulsão de um candidato. Neste caso, todos os concorrentes nomeiam todos os outros. Assim, durante a competição, uma equipa poderá ficar mais desfalcada do que a outra. E é aqui que alguns concorrentes poderão mudar de grupo.

A casa não é a mesma do que a do “Big Brother”. A produtora Endemol construiu um “resort” com uma estrutura totalmente diferente da que estamos habituados. Há quem diga que tem muitas semelhanças com as ‘Casas” dos tempos da Venda do Pinheiro. Existem dois quartos, um para cada equipa, uma casa de banho comum, uma sala que fica bem perto da cozinha. Para além disso, uma zona exterior e, claro está, uma piscina que convida a muitos banhos de sol no tempo quente.
Existe ainda a Sala dos Dilemas. É neste espaço que os concorrentes terão a oportunidade de tomar diferentes decisões sem que os seus adversários e aliados saibam do que se trata. Destaque ainda para o confessionário, que terá outro nome.
Ainda mais diferenças
As galas de domingo serão completamente diferentes daquilo a que está habituado. Manuel Luís Goucha estará sentado numa mesa e acompanhado pelos dois comentadores, Ricardo Martins Pereira e Susana Dias Ramos. Mas também o infiltrado, Renato Duarte, se juntará ao grupo para falarem sobre o que aconteceu na “casa mais vigiada do País”. Os comentadores e infiltrado terão, por isso mesmo, um papel muito mais ativo.
Não haverá uma “Voz” para dentro da casa. Ou seja, a figura do “Big Brother” deixa de existir. O melhor amigo dos concorrentes será o infiltrado, que estará depois em estúdio aos domingos a contar o que viveu na casa com os participantes.
As duas equipas disputam o prémio que pode chegar aos 50 mil euros. Todos os dias vão disputar provas e dilemas para conseguir dinheiro. Antes da final, apenas a equipa com mais dinheiro transita para a última semana.
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