O apresentador volta à antena na noite de hoje, 7 de julho, na TVI com “Dilema”, um formato que promete dar muito que falar, pelo leque de concorrentes famosos, mas também pelos desafios que têm de ultrapassar. Mas e Manuel Luís Goucha? O que o deixa à beira de um ataque de nervos ou jamais seria capaz de fazer? Rui Oliveira conta tudo à revista TvMais e é surpreendente. Ora leia, em seguida. Saiba quais são os dilemas de Manuel Luís Goucha.

Manuel Luís Goucha
Não dava para veterinário

Rui Oliveira arregaça as mangas e faz tudo o que há para fazer no campo, mas conta muito pouco com a ajuda do companheiro. “Uma vez, tive de fazer o parto a uma ovelha e pedi-lhe ajuda para segurar a ovelha para eu conseguir puxar o borrego, ele começou logo a dizer que não conseguia fazer isso e que fosse buscar o veterinário mais próximo para tratar do assunto. Só que não havia tempo e consegui convencê-lo e salvei o borrego, que era um belo borregão. Outra vez, precisava que segurasse o cão para eu lhe cortar uma unha que estava partida e pendurada, o que o magoava e fazia andar com a pata levantada, mas ele também não conseguia agarrar nele para eu o poder tratar.”

Carta de condução por acabar

Já fez o código da estrada e até aulas de condução no simulador, mas não acabou de tirar a carta. “Ele não foi feito para conduzir e não tem pachorra para estar no trânsito. Para ele, conduzir é um desperdício, uma perda de tempo. Sempre andou de táxi, Uber ou tem alguém que o conduz, eu.”

Livros são para sempre

Pelo prazer da leitura, mas também para se preparar para os seus programas, Goucha é um grande consumidor de livros. O problema é o espaço. “Já há livros por cima do sofá e nas mesas de apoio do salão. A biblioteca do monte, mas também a da casa de Sintra, está cheia. Há livros arrumados em caixas num armazém. Já lhe disse que precisamos de ir entregar livros às bibliotecas municipais, mas ele não se consegue livrar deles.”

É difícil resistir a um balde de gelado

A estrela da estação de Queluz de Baixo é um mestre na arte da doçaria, só que também é muito guloso. “O Manuel Luís é de doces e faz muito bem, eu sou mais de salgados, mas não como açúcar e se não provo o doce que ele fez fica chateado. Agora, ele já consegue controlar a necessidade de comer açúcar. Antes, eu dizia-lhe que só podia comer uma ou duas bolas de gelado e quando dava por isso ele estava agarrado ao balde de gelado!” 

Não vai à barragem por causa das cobras

O apresentador adorava os passeios de gaivota com o marido na barragem que têm na herdade, até ao dia em que Rui Oliveira chamou a atenção dele para umas cinco cobras de água que estavam a apanhar sol numa plataforma. “Ele pediu-me para o levar de imediato para a margem e nunca mais colocou os pés na barragem. Ele não consegue ver uma cobra sem desatar aos gritos.”

Exercício físico não é para ele

Apesar de estar sempre em forma, isso não se deve à prática de puxar pelo físico. “Ir para o ginásio andar 5 minutos na passadeira? Ao sexto minuto já me está a dizer ‘isto não é para mim’. Fazer uma simples caminhada de 10 minutos já é um problema para o Manuel Luís. Seria um dilema se tivesse de caminhar um quilómetro por dia. Ele controla o peso se fechar a boca.”

Safari nem pensar

É conhecido o gosto do apresentador por viajar, mas Rui Oliveira diz que não embarca em qualquer destino ou aventura. “Ele jamais faria um safari em África, nem que ficasse num hotel de sete estrelas, por receio da bicharada. Seria uma gritaria se encontrasse um escorpião dentro de um sapato ou uma iguana na varanda, se visse um lagarto ou uma aranha. Se estiver no monte e vir um rato em cima da almofada do sofá, ele manda tirar e lavar a almofada.”

Legumes? Só dos que gosta

Os cuidados com a alimentação são o segredo para não estar sempre em guerra com a balança. “Ele faz refeições de forma saudável, só que em relação aos legumes só quer comer os que mais gosta, como uns espargos verdes ou espinafres. Se for uma couve já torce o nariz, a menos que eu a faça assada no forno. Ele prova e diz que até está bom!”

Medo dos cogumelos selvagens

Na Alentejo, quando chega a época do cogumelo, muita gente vai para o campo em busca da iguaria e há especialistas que distinguem os bons dos venenosos. “Quando estamos no monte ao fim de semana e vou ao mercado, se encontrar cogumelos selvagens, que são apanhados da terra por especialistas, eu compro. Mas se lhe disser antes de começar a comer que são selvagens, ele já não quer comer porque tem medo.”

Leia este artigo na íntegra na atual edição da revista TvMais, disponível nas bancas e em formato digital.

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Percorra, por fim, a galeria de imagens. Saiba quais são os dilemas de Manuel Luís Goucha.

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