
De acordo com o avançado sexta-feira, dia 14, pelo Der Spigel, o caso que envolve Cristiano Ronaldo remonta a 2010 quando, em Las Vegas, uma mulher americana telefonou à polícia para denunciar uma violação de que teria sido vítima num hotel da área, alegadamente cometido pelo jogador de futebol. No decorrer do telefonema, a mulher nunca identicou o autor do crime, referindo-se a ele como ‘um atleta’, uma ‘figura pública’.
A mulher em causa nunca avançou com a queixa porque os advogados do jogador terão pago 258 mil euros para desistir do processo e destruir qualquer prova – isto de acordo com o Football Leaks.O acordo foi estabelecido sete meses depois dos acontecimentos, a 12 de janeiro de 2010, e foi Carlos Osório de Castro, o advogado responsável pelos assuntos judiciais de Cristiano Ronaldo, quem assinou o acordo em nome do futebolista.
Em resposta a esta notícia, a Gestifute, empresa responsável pela gestão de carreira do jogador da seleção, publica um comunicado sobre a notícia do jornal ‘Der Spiegel’..
“O Jornal alemão Der Spiegel publica hoje uma extensa notícia sobre uma alegada acusação de violação que, segundo se refere, teria sido feita a Cristiano Ronaldo em 2009, ou seja, há cerca de 8 anos. Trata-se de uma peça de ficção jornalística.
A suposta vítima recusa ser identificada e corroborar a estória. E todo o enredo se baseia em documentos não assinados e em que as partes são identificadas por códigos, em emails entre advogados que não dizem respeito a Cristiano Ronaldo e cuja autenticidade ele desconhece, e numa suposta carta que teria sido enviada pela putativa vítima, mas que ele nunca recebeu.
A reportagem do Der Spiegel é falsa e Cristiano Ronaldo agirá contra esse órgão de comunicação social por todos os meios ao seu alcance. A imputação de uma violação é uma acusação nojenta e ultrajante que não pode ficar em claro.”