Meghan Markle faz 42 anos esta sexta-feira, dia 4. Sem dúvida de que será uma data a celebrar com a família, nomeadamente o marido, o príncipe Harry, e os dois filhos, Archie, de 4 anos, e Lilibet, de 2. Espera-se que os festejos aconteçam em privacidade, algo pelo qual o casal tanto diz lutar. Afinal, é a procura por privacidade que levou os duques de Sussex a provocar um escândalo na monarquia britânia. A saber que nos referimos à decisão do casal de se afastar dos deveres da monarquia e trocar o Reino Unido pelos EUA.
Ora, muito assumem que Meghan é a mente por trás desta grande mudança. De fato, há quem lhe aponte o dedo como se de uma vilã se tratasse. Por outro lado, outros garantem que ela é uma heroína que salvou o seu príncipe de um destino de repressão.
Inegavelmente que Meghan é uma figura que gera muitas opiniões diferentes e que dá que falar desde que iniciou o namoro com Harry.
De atriz a duquesa
Atualmente com 42 anos, Meghan tornou-se conhecida pelo seu trabalho em televisão. Em primeiro lugar como ajudante num programa de prémios, em seguida como atriz. Com toda a certeza de que o seu papel em “Suits” tornou-se o mais relevante. Entre 2011 e 2013 esteve casada com o produtor Trevor Engelson. Seguiram-se três anos sem assumir qualquer romance, sendo que em 2016 surpreendeu todos. Afinal, Meghan iniciou uma relação com o príncipe Harry, considerado um dos solteiros mais cobiçados.
A saber que os dois tiveram o primeiro encontro em julho de 2016. A química aconteceu de imediato. Tanto que quatro semanas após este primeiro contacto viajaram juntos para o Botswana. De fato, confirmaram o namoro em novembro desse ano e o noivado logo no mês seguinte. Dessa forma, Meghan passou a participar na agenda real como forma de se preparar para fazer parte da família real.
O casamento aconteceu a 19 de maio de 2018, sendo assistido por milhões de pessoas em todo o mundo. De fato, Meghan era considerada uma noiva que trazia uma lufada de ar fresco à realeza. Muitos elogiavam o facto de trazer modernidade e uma nova visão a uma instituição que parecia estar a ser renovada. O casal recebeu o ducado de Sussex e tornou-se parte dos membros superiores da família real britânica.
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A mudança após o casamento
Já como parte da família real, Meghan compareceu em diversos atos oficiais. Inclusive ao lado da rainha Isabel II! Mas se muitos elogiavam a sua elegância e postura mais descontraída, outros criticavam os gastos em guarda-roupa, as falhas no protocolo ou a forma como parecia não respeitar a insituição e as tradições. Foi o caso, por exemplo, de não ter apresentado logo o primogénito, Archie, após o seu nascimento a 6 de maio de 2019. Contudo, o maior escândalo aconteceu no início de 2020 quando comunicaram a intenção de se afastarem dos deveres da realeza. Alegaram a vontade de serem autónomos e de quererem privacidade. Começaram a preparar a mudança para os EUA, para onde foram morar em março.
As palavras polémicas
As controvérsias aumentaram de tom após a mudança dos duques de Sussex para os EUA. Em primeiro lugar por conta da origem dos rendimentos e pelas exigências de segurança paga. Em segundo lugar pelas palavras mais polémicas que proferiram em entrevistas. Destque para a que deram em maio de 2020 a Oprah Winfrey e na qual acusaram a família real britânica de racismo e de negligenciar a saúde mental de Meghan. De fato essas palavras afastaram Harry da restante família. Desde então que o casal deu mais entrevistas, sempre polémicas e com duras acusações. Além disso os duques de Sussex lançaram um documentário também polémico na Netflix e o príncipe Harry escreveu uma biografia que muito tem dado que falar.
Meghan, a vilã ou a heroína?
Para muitos Meghan é a autora do distancimento de Harry da família. Contudo outros afirmam que foi ela a responsável por salvar o marido. Há quem diga que o seu interesse é a riqueza e a fama. Outros alegam que só procura paz para a sua família. Certo é que Meghan não é uma mulher que gere consenso e que dá muito que falar.