Com o aproximar do casamento de Teodora e Honório, Joca desabafa com Pompeu e confessa que descobriu que o avô de Maria Rita lhe mentiu e que afinal inventou a história de David o ter atropelado. O irmão aconselha-o a revelar toda a verdade à amiga, mas ele sente-se atormentado.
Chegado o dia do enlace, à porta da capela, Joca vem ter com ela para lhe revelar o que se passa: “Não mereço a tua amizade. Aliás, não mereço nada, mas esta não é a altura”, diz-lhe. Mas a amiga impede-o: “Nós sempre dissemos tudo um ao outro. Seja bom ou seja mau, nós dizemos. Se há alguma coisa que tens aí entalada, tu vais falar”, insiste. Atormentado, ele hesita e continua a disfarçar: “A mãezinha já devia ter chegado. E se houve algum problema com o carro? Ela teimou em escolher uma empresa na Internet, porque era mais barato, mas aquilo cheirou-me logo a vigarice…”. A filha de Henrique continua a queixar-se de que ele está a fugir ao assunto, quando chega Pompeu, que vem à procura da mãe. “Estás-me a magoar”, queixa-se a pastora, acrescentando: “Já percebi que tens um problema e é dos maus. E, por não confiares em mim, estás-me a magoar”, atira. E ele perde o medo, mas quando vai a contar, vê David a chegar, de carro. Enciumado, aproxima-se da amada e solta: “Não é o que fiz, é o que vou fazer”. Nesse instante, beija-a e ela fica sem palavras.
A aproximar-se do local, o advogado fica completamente em choque ao vê-los aos beijos e acredita que eles já estão a namorar e é um romance público, uma vez que se beijaram em frente a toda a gente. Pompeu nem quer acreditar no que vê, mas acaba por chegar Honório, que ao ver o filho de Carmo se atira a ele: “Mas será que nem hoje nos deixas em paz?! Eu vou casar hoje. Isto é um dia de família e tu, nem isso respeitas!”.