
Durante um passeio, Rui diz a Renata que sente falta das conversas com ela. Ela força um sorriso. O presidente da junta conta que decidiu entrar em acordo com Helena e fazer a divisão dos bens, seguindo com o divórcio para a frente. Depois, Rui diz a Renata que aceita fazer negócio com ela, deixando-a surpresa, mas feliz. A empresária afirma que isso são boas notícias. Rui estende a mão a Renata, que a aperta. O acordo está selado como a vilã tanto queria. Mais tarde, Renata está junto da campa da mãe e fala para ela como se estivesse ali. Diz-lhe que Rui mordeu o isco e isto é só o começo. Promete acabar com o pai de Afonso. Nesse momento, Eugénio está a plantar uma planta e sente uma tontura, cai de joelhos, tombando o vaso que espalha terra. Quase sem conseguir falar, garante a Zuzu que irá acontecer uma desgraça. Fica com as mãos na terra, sem ar, e tem uma visão: a terra a ruir e o corpo de Afonso a cair. Imediatamente depois desta visão, Renata levanta-se sem nunca tirar os olhos da lápide e acena com a cabeça, com uma expressão gélida. No dia seguinte, Rui, sem imaginar que ele e quem mais ama correm perigo, visita a obra da barragem, acompanhado de Renata. Ele está impressionado com o avanço da construção e tira fotografias. A empresária fixa o telemóvel e depois convida Rui para irem almoçar. Durante o almoço, ela simula que o brinco a está a magoar e pede-lhe ajuda. Enquanto ele desaperta o brinco, Renata consegue tirar-lhe o telemóvel. Nuno vem dos quartos e, sem que Rui se aperceba, Renata estende-lhe o aparelho para o amante guardar.
Bernardo é condenado
O julgamento não corre bem para Bernardo. Este sai do tribunal arrasado e, quando chega a casa, conta à mulher e filhas que foi condenado, pois ficou provado que roubou a cruz da igreja. Não vai ser preso graças a Mia, mas tem de fazer serviço comunitário. Constança agradece à advogada ter conseguido o acordo. Vão ter com Orlando, que explica que Bernardo vai ter de organizar a roupa e distribuí-la às pessoas que precisam.
Afonso e Mia conseguem as provas que queriam
Após a conversa que têm com Carlos Sarmento, aliado de Renata e o homem que falsificou o estudo ambiental, Mia e Afonso seguem-no e invadem a empresa dele, conseguindo as provas de que precisavam para travar a construção da barragem, mas depressa Renata fica a saber o que aconteceu. Nuno diz que o casalinho pode saber de mais coisas e diz que têm de ter cuidado. Renata compra, então, uma passagem para Carlos viajar para o Recife e garante que eles não vão ter forma de chegar até ele.
Luísa e Nuno muito cúmplices
No quarto de Nuno, Luísa diz ao braço direito de Renata que bastava um mês a viver com ela e as alergias passavam-lhe. Ele diz-lhe que, mesmo sem bases científicas que sustentem a teoria dela, está tentado a aceitar. Sorriem, cúmplices.