
Hoje no “Júlia” (SIC), a atriz revelou que adorou fazer ‘Nazaré’, porque se identificou com a personagem. Com algumas diferenças, é claro. Mas há mais. Carolina Loureiro revelou ainda outros pormenores. Falou de si e ainda foi surpreendida com elogiosas palavras de um grande ator.
É que, na verdade ‘Nazaré’ é a personagem que vem da novela da SIC com o mesmo nome para “Lua de Mel”, portanto, foram muitos anos a vestir esta pele.
Mas para a atriz foi ‘ouro sobre azul’, e porquê? Primeiro, porque, contou a Júlia Pinheiro, partilham a mesma personalidade.
“Somos muito parecidas, por isso nunca me despedi completamente dela. Claro que ela é mais bruta, mais impulsiva, mas dei muito de mim à personagem”, revelou a atriz, justificando porque afirma que se identificou com a personagem.
Ainda assim, há muito mais para Carolina Loureiro ter adorado dar vida a ‘Nazaré’. “Primeiro porque encaixou muito bem comigo, tínhamos a ver uma com a outra, depois porque foi tudo o resto, onde foi gravada, perto da zona centro, da minha casa”. Ou seja, muitas vezes, contou, ia dormir a casa da família ou almoçar.
Elogiada por Ruy de Carvalho
Portanto, ‘Nazaré é a personagem que a atriz tem dentro e que vem de 2019. E por passado: Júlia Pinheiro surpreende Carolina com uma chamada telefónica que a deixou encantada.
Ruy de Carvalho, ao telefone, expressou a sua admiração pelo talento da atriz. “Oh meu amor…”, diz Carolina, quando o veterano ator lhe diz que experimente “tudo para se tornar cada vez melhor atriz”.
Maior alegria não podia ter. Carolina afirmou mesmo ter sido uma honra contracenar com Ruy de Carvalho em “Nazaré”. “É uma referência, gosto muito dele. É um contador de histórias e quando precisava de uma palavra, ele estava ali”.
Quanto a projetos futuros, para já, a atriz revela que vai descansar e continuar a fazer meditação espiritual e yoga.
No “Júlia”, Carolina contou ainda que adora estar sozinha em casa. Sobre si, a atriz revelou ainda que, apesar de sentir o carinho do público e de todo o mediatismo, nunca se deixou ‘deslumbrar’. “Acho que nunca tive aquela coisa do deslumbre porque tive muita necessidade de ir para o meu cantinho”, afirmou.