O comediante, apresentador e agora cantor arrasa em concerto no Campo Pequeno, E se quem lá esteve se rendeu ao seu talento para as cantorias, também presenciou o momento de grande cumplicidade em palco com António Zambujo.
“Falhámos”, escreveu César Mourão na legenda da publicação deste excerto. Mas, depois acrescentou: “E tão bonito que foi o falhanço”.
Assista ao vídeo deste momento único em palco do artista dos mil talentos no seu primeiro concerto, com o seu convidado e cúmplice
E assim se vê como César Mourão tem de, facto, talento para as cantigas. Aliás, se ele deixou o Coliseu dos Recreios, em Lisboa, rendido, nas redes sociais, só com este excerto já obteve mais de 80 mil visualizações. E os comentários dos seguidores enaltecem não só o seu talento, mas também a cumplicidade entre Mourão e Zambujo.
É que, como próprio explica na legenda da publicação, eles nem sequer conseguiram começar os ensaios. César Mourão explica tudo: “Somos amigos, e temos o mesmo gatilho para nos desatarmos a rir. Não podemos entreolharmo-nos em momentos mais sérios. No soundcheck já nos tinha dado para rir, tanto que o interrompemos e decidimos não ensaiar. Ao jantar dissemos “vai ser bonito vai”. Mesmo fazendo um esforço titânico para não nos rirmos, falhámos. E tão bonito que foi o falhanço. @antonio.zambujo”.
Arrasa em concerto numa noite memorável
Os fãs concordaram, é claro. Além disso, depois de revelarem que o concerto do artista foi “épico”, ainda comentaram esta atuação dos amigos.
“Foi bom de mais, assim se vêem os grandes artistas, originalidade e a trabalhar no arame. Obrigado foi maravilhoso”; “Concerto inesquecível, muito obrigada pela noite mágica que nos ofereceu. Momentos únicos e com uma enorme sensibilidade. Parabéns e queremos mais”; “Não serás o ser mais criativo e versátil que este pequenino País tem???” são alguns dos comentários.
Não restam dúvidas de que César Mourão é o homem do momento. Aliás, diz quem lá esteve, que foi uma “noite memorável” esta em que o artista apresentou o seu primeiro o disco, “Talvez Não Seja Nada”,

