
A artista partilha mais um vídeo de reflexões e críticas ao que se vai dizendo e fazendo nas redes sociais. Mas também na sociedade em geral. Assim, nesta publicação, um dos seus ‘alvos’ são os católicos preconceituosos. Mas assista ao vídeo em baixo
Com a sua originalidade, Maria Sampaio Cabral abordar temas diversos sobre os quais tem uma opinião formada. Neste caso, estas reflexões são sobre o que considera ‘cringe’, ou seja, “vergonhoso”.
Por exemplo, para a artista, “seres católico e seres super preconceituoso. Não bate!” Isto porque, de acordo com a própria, quem conhece a “história de Jesus” não pode ter preconceitos. “Se acreditas em Deus e em Jesus não pode ser preconceituoso. Não podes”.
Mas há mais. A saber: Maria Sampaio também não entende “mulheres que não votam”. E porquê? Porque andaram mulheres a lutar pelo voto feminino, logo é desrespeitar quem lutou por este Direito.
Ah, mas a artista aborda ainda outras questões. “É muito ignorante quando dizem: não existe racismo”, afirma, revirando os olhos como quem diz que não acredita. Aliás, logo depois lembra que há sempre aquelas pessoas que dizem: “eu nem vejo cores”. E revira de novo os olhos, de novo.
Críticas da artista alvo de elogios
Ainda assim, num outro vídeo publicado na mesma rede social, Maria Sampaio Cabral critica outras matérias. Portanto, para a artista postar fotografias da pulseirinha dos bebés no hospital é mau, bem como ter “conta de casal” ou ainda postar fotos de filhos com corações na cara. Contudo, as criticas ao que é ‘cringe’ nas redes sociais é mais longa. Claramente para a artista, os comunicados de “fim de relação” nas redes sociais são “vergonhosos”, assim como “filmar comida” ou ter no perfil do Instagram “fitness”.
A estas e a outras críticas de Maria Sampaio os fãs e seguidores reagem com humor. Ora leia alguns dos comentários: “Conta de casal ❤sempre , tu és o máximo”; “Rainha da internet”; “Gostei da maioria. Das outras identifiquei-me”; “A pulseira do hospital e dizer a mãmã está sempre contigo.. A um bebê… A sério”; “Ri muito. A. Pulseirinha no hospital, muito bom”.