O sorriso é o mesmo. A garra é diferente. O motivo? O carinho que tem recebido do público desde que se deu a conhecer na primeira edição do reality show da SIC. Já voltou a encontrar o amor, mas não vingou. Ainda assim, diz-se pronta para voltar a amar, mas não esconde que é uma mulher difícil. Inês Martins apresenta os seus animais… e faz revelações inéditas!

Após um mês e meio de confinamento, como tem corrido o seu regresso à vida real?
A minha quarentena foi sem trabalho nenhum, mas os meus clientes esperaram todos por mim. Agora estou a ter o de trabalho que tinha antes. As pessoas não me falharam. Tenho cada vez mais pessoas novas, o programa também as trouxe. Até de longe! A verdade é que me fez muito bem a quarentena, porque nunca tinha descansado assim. Nem na altura do programa, porque trabalhava muito na quinta.
Passou o tempo na sua quinta com os animais. É onde se sente bem?
Quando preciso de energia, o melhor é estar aqui no monte. Já quando me separei do pai dos meus filhos, foi aqui que fiz o luto e que superei tudo o que vivi. O amor dos animais é puro. São os nossos melhores amigos.
Continua em grande forma física. Quais são os seus segredos?
Não faço exercício físico, não consigo ir para o ginásio, nem fazer treinos outdoor. Não uso cremes, só protetor solar. Não bebo água. É tão raro. Por isso, é mesmo genética. Como tudo o que gosto, fast food, comida alentejana, é uma sorte danada! A única coisa que mudei em mim foi ter feito um implante mamário há alguns anos.
Aumentou a autoestima?
Sim. O meu filho Eric já tinha 1 ano. Era muito tímida, fechada. Na infância não dizia uma piada, tinha medo do que pensavam de mim. Ganhei confiança com os clientes e cresci até a nível profissional. Comecei a afirmar-me. Reparem, antes do programa, já tinha passado por uma separação, que fez de mim uma mulher. Fui ao fundo, não gostava de mim, estava completamente com baixa autoestima… Depois de uma separação, uma mulher tem que ganhar amor-próprio.
O programa veio na altura certa?
Se tivesse sido há um ano ou dois, não era aquela pessoa. E se fosse agora ainda estava mais preparada. Não ia fazer teatro, o programa não merece isso. Têm de se assumir como são: as “capas” um dia caem.
Voltaria a concorrer?
Sim. Além de ser uma experiência que adorei, até porque dá para perceber que as mulheres podem concorrer, saberem comportar-se e passar uma boa imagem. O meu medo era a imagem que iria passar e que poderia prejudicar-me. Ia comportar-me de maneira igual. Não é o programa que faz as pessoas serem o que não são.
Como está hoje a relação com o agricultor Filipe?
Ainda há pouco tempo ele me disse que se fosse hoje ainda me escolhia. Em qualquer dos programas era a mim que me escolhia. Já nos chateámos, já deixámos de falar… Nós chocamos muito. Ele agora foi ao programa “Júlia” e falou sobre mim, disse que tinha noção de que eu não tinha vida para me mudar para lá. Não guarda rancores das nossas briguinhas e tenho a certeza de que está tudo bem, há carinho e união. É como o João Neves, que se tornou meu cliente.
Como está hoje o seu coração?
Em paz. Quando temos amor-próprio, não temos necessidade de ter outra pessoa. Sou feliz, gosto de ser feliz, mas partilhar é muito importante. Não tenho carência de afeto nem necessidade de um homem. Gostava de ter um companheiro e um melhor amigo. Ter um homem que me prenda, que me corte as asas, não me faz feliz. Para chegar ao que sou hoje, tive muito trabalho. Nunca faltei ao respeito a ninguém, muito menos a um homem. Não é por me expor que deixo de ser uma mulher de respeito.
Terminou recentemente o namoro com o Mário. Nunca mais se falaram?
De vez em quando há um bate-boca. Há duas semanas, ele veio cá à casa dos meus pais tentar recuperar. Quase que lhe dei uma nova oportunidade, mas não demorou 24 horas para ele começar no mesmo bate-boca e não quis isso outra vez. Não há pressa para encontrar o amor. Sei que me consigo apaixonar, tenho o coração aberto. Estou disponível para isso. Gosto de estar apaixonada, mas não é fácil. E sou muito difícil de me apaixonar…
Como foi lidar com o fim?
Aprendi a não me afundar muito nas tristezas ou percalços da vida. Quando me meto numa relação é para ser a sério e focar-me numa vida a dois para um longo percurso. Não foi assim por causa de diferentes personalidades que não se encaixaram. E cada vez mais me via a mudar por causa de outra pessoa. E é algo que não devemos fazer: têm de nos aceitar como somos. Aprendi a lição! Fiquei triste ali nos primeiros dias – antes ficava meses afundada naquela depressão amorosa, agora sigo em frente. Fiquei tranquila, feliz com a vida que tinha. Agora voltei a sentir-me eu.
Como tem sido agora que está sozinha de novo? Muita gente a assediá-la?
Por acaso não. Cada vez mais, as pessoas vão percebendo a minha personalidade e sabem que, quando quiser, dou o primeiro passo. Não gosto que rastejem por mim, que andem atrás de mim. Sou uma mulher superindependente, que tem amor-próprio. Consigo amar-me sozinha.
Passou um ano desde que “Quem Quer Namorar com o Agricultor?” se estreou. O que mudou em si?
Sonhava muito com uma relação para o imediato e a minha vida só fazia sentido se tivesse alguém. Depois do programa, em que tentei mais uma vez o amor e não o encontrei, aceitei aquilo de mente aberta: as pessoas não são obrigadas a encontrar o amor ali, no programa. Às vezes não há. Por alguma razão temos de crescer, evoluir, estando sozinha ou acompanhada. A partir desse ano lidei muito bem com o carinho das pessoas, reparei que, se calhar, não precisamos de um companheiro, mas de várias pessoas.

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