Ao aperceber-se de que Mateus está prestes a violar a sua amada, Carlos corre para a salvar. O capataz fica estupefacto ao ver a amada em perigo. Nesse instante, o veterinário avança com a segunda parte do seu plano e consegue levar o irmão para outro local. Lá, pega num punhal, simulando que se vai matar. Assustado, o capataz tenta tirar-lho, mas Mateus, demoníaco, volta a tentar cravá-lo para lhe provocar outra reação. De repente, ouve-se Lucas a chegar e o veterinário mantém o teatro. Nesse instante, o engenheiro entra e vê Carlos com o punhal nas mãos e Mateus a suplicar para que o empregado não faça nada. Catarina e Elvira quem também o acompanham ficam aterrorizados. O filho de Joana tenta explicar-se, dizendo que não fez nada, mas ninguém acredita nele. Desesperado, sai à procura de Vitória, enquanto a matriarca dos Santa Cruz desespera com medo de que o filho morra. Carlos acaba por encontrar a amada no quarto de Mateus e respira de alívio ao vê-la. Ela repara que está ensanguentado e pergunta o que se passa, mas são interrompidos por Lucas, que os manda afastar-se. O engenheiro comenta que o capataz tentou matar Mateus e que é um homem perigoso. Lucas percebe que Carlos esteve a beber, quando este revela que Mateus espetou o punhal em si próprio e se fosse ele a fazê-lo era o primeiro a assumir. Irritado, o irmão de Hugo sai, furioso. Ainda atordoada, Vitória assegura que o ex-namorado nunca faria mal a Mateus e vai ao encontro do vilão para o tentar ajudar. O veterinário continua a insistir na tese de que Carlos o atacou, por estar com ciúmes de Isabela e bêbado. Catarina manda chamar a polícia e apresentar queixa, enquanto leva o filho para o hospital.
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