
Inicia-se o julgamento de Afonso. Interrogada, Eduarda diz que nunca iria usar a fundação para enriquecer. Acha que foi vítima de vingança e fala sobre os seus inimigos, deixando o filho incrédulo. Chega a vez de o irmão de Beatriz ser interrogado e este assegura que assinou todos os documentos sem saber do que se tratava porque confiava na mãe. Tiago entra, bêbado, e acusa a ex-sogra. O juiz manda-o sair da sala. Beatriz e Francisco testemunham a favor de Afonso, assegurando que ele assinou tudo porque confiava na mãe. Eduarda faz papel de vítima e apresenta provas que incriminam o filho de tudo. Todos ficam chocados e o juiz vê-se obrigado a pôr ordem na sala. Xana quer matar a sogra, Francisco está chocado. Beatriz consola Afonso, que explica ao juiz que as contas são falsas. Eduarda trama o filho, dizendo que já não o podia encobrir mais. Ele chora. Descontrolado e cheio de raiva, diz que vai mesmo ser preso. Ninguém o consegue acalmar, até que chega Diogo e o abraça.
Martim é manipulado contra a mãe
Depois de revelar ao menino que Beatriz está grávida, Eduarda aproveita um momento em que ele está sozinho para lhe dizer que o bebé que a professora espera vai ser o filho preferido porque é fruto de um grande amor. Já Beatriz diz-lhe que são inseparáveis.
Beatriz pede perdão a Diogo
Ao saber que Eduarda contou a Martim que ela está grávida, a professora encontra-se com Diogo e pede-lhe desculpas por ter mentido e dito que Tiago era o pai do bebé. Explica que o filho é dele, mas que pretende criá-lo sozinha. Magoado, o militar acusa-a de ser igual a Eduarda.