Farta de estar em casa, Vera pede a Maria Rita que a leve a dar um passeio pela cidade. A pastora assim o faz e enquanto empurra a cadeira de rodas, vai-lhe contando a conversa que teve com o médico amigo de Afonso e que a fez voltar para os braços de David.
Irritada, a vilã finge-se compreensiva: “Se te sentes assim, só tenho de ficar muito satisfeita por ti e pelo David. Ao contrário de ti, a simples ideia do David ser meu primo direito, arrepia-me… Todas as ideias que eu tinha sobre querer ficar com ele, ficaram esclarecidas. Blech, eu e ele aos beijos numa cama…”, critica, fazendo de conta que vomita. Maria Rita encolhe os ombros. “Pronto, ao menos és sincera”, anui. “Já não vejo razão nenhuma para não o ser. Eu lutei pelo David até poder e a dada altura, odiei-te…”, dispara Vera, garantindo que já não a odeia. “Isso é bom, porque eu nunca te odiei…”, solta a pastora, garantindo: “Irritavas-me muito, odiar, nunca”. Em seguida, Maria Rita volta-se para a irmã e diz-lhe: “Agora o importante é focares-te na tua recuperação, para voltares a andar e a fazer a tua vida normal”. A vilã finge concordar quando a neta de Honório lhe pergunta se quer um gelado. Ela nega, mas a irmã decide ir na mesma.
Já a sós, Vera destrava a cadeira e começa a dar às rodas até junto à rampa. Lá, tenta levantar-se da cadeira, mas acaba por cair num buraco e não consegue pedir ajuda. Quando regressa para o local onde deixou a irmã, Maria Rita percebe que Vera não está ali e fica em pânico, acabando por telefonar a Aldina e a Júlia, assegurando que a irmã desapareceu e não sabe dela. Afonso ouve tudo, fala com a sobrinha e prontifica-se a ir ter com ela para encontrarem a vilã.