
O último concorrente a ser expulso do “Big Brother” (TVI), Ossman Idrisse, garantiu a Manuel Luís Goucha, que “não é um terrorista, nem um radical”. Ainda assim, o veterano apresentador confronta-o com os gestos de decapitação que contribuíram para a sua saída da casa
Ossman abandonou a casa mais vigiada do País e esta tarde esteve no Goucha a ‘justificar’ a sua saída da casa mais vigiada do País. E, muito provavelmente devido aos gestos de decapitação que protagonizou. Confrontado por Manuel Luís Goucha, o empresário de 38 anos garantiu que não é “um terrorista, nem um radical”. Ainda assim, o apresentador quis saber porque é que o ex-concorrente os fez.
Ossman começa por explicar que é um animador e que ao entrar na casa pensou: ”tenho que dar aqui um espetáculo”.
Contudo, o anfitrião recordou que aqueles gestos são de radicais islâmicos e questionou-o sobre tais ações. Ossman torna a garantir que não é um radical e esclareceu até que se sentiu pouco confortável quando saiu e soube do conflito Israel-Hamas.
“Eu sinto-me fútil, porque tenho de estar a ver a minha prestação ali dentro e estou a ver estas imagens (do conflito de Israel com os radicais)….”, começou por se justificar. Mas é interrompido por Goucha para dar a sua opinião sobre o tema.
Contudo, Ossman assegura que o que é ensinado aos muçulmanos, a ele, no caso, é que “isto +e tudo errado”. E, em jeito de pedido, afirma: “Não podemos ser todos rotulados. É um perigo”.
Sim, mas os gestos estão lá e Ossman assume que podem ter contribuído para a sua saída da casa. Ossman foi expulso pelos portugueses não apenas pelas discussões com Francisco, admite depois.