Começou por negar, mas, na sexta-feira, dia 13, José Castelo Branco admitiu, afinal, que possa ter participado no “escândalo das orgias”, caso que o obrigou a marcar presença, com Betty Grafstein, no Tribunal de Famalicão, na qualidade de testemunha. E o “conde” só assume esta hipótese depois de se ter submetido a uma regressão e ao veredicto de um polígrafo – detetor de mentiras – quando esteve em Nova Iorque. “Reconheço que fui ao quarto nesse dia, mas não me lembro de mais nada”, garante, acrescentando: “Fui vítima da droga da violação”. O marchand ainda não viu o vídeo das orgias onde terá participado. “Estou curiosíssimo para ver quem é que lá está. Se sou eu ou se não sou”” diz, magoado com toda a exposição que este processo tem tido junto da comunicação social: “São coisas que me incomodam seriamente. Estou a sangrar por dentro por ver o meu nome ligado a atos nojentos e sombrios”.
Convicto de que terá sido vítima de substâncias ilícitas, o marchand ainda não consegue aceitar a sua presença nessas imagens. “Se for eu, vai preocupar-me seriamente, porque, se for, não sou eu. Foi sob determinados efeitos”, afirma, desalentado, assegurando que tem provas do que afirma.