






Depois dos confrontos com Larama e de se mostrar descontente por estar a participar no reality show da TVI, Angélica foi expulsa de “A Quinta – O Desafio”. Teresa Guilherme justifica esta opção: “A Angélica foi dizendo que queria sair e mostrou-se muito pouco contente por estar no ‘Desafio’. Tem estado fora de si. Todos os colegas e até os psicólogos têm tentado que se acalme, mas tem sido impossível”.
Durante a gala, a jovem voltou a afirmar que foi atacada pelo angolano (veja aqui as acusações anteriores). “Lá fora, ele tentou agarrar-me e mais do que uma vez. É verdade que ele estava alcoolizado, se tivesse sóbrio para mim era pior”. O angolano defende-se e diz que apenas tentou dar-lhe um beijo no rosto: “Foi uma brincadeira!”. Angélica conta que tudo aconteceu no hotel onde Larama estava hospedado, durante a manhã. A jovem conta que subiu ao quarto do colega, com quem tinha combinado ir almoçar a uma grande superfície comercial.
“Se eu a tivesse tentado violar, ela do meu quarto não saía porque aquilo tinha um sistema para trancar a porta. Ela diz que eu a tentei violar. É uma acusação gravíssima! Porque é que ela não foi à polícia”, defende-se Larama.
“Não fiz nada de errado lá fora”, diz o angolano, chateado por Angélica estar sempre a dizer que ele anda alcoolizado: “Vou bêbado para onde quiser! O dinheiro é meu”.
Angélica conta que em “A Quinta” não gostou muito da prestação de Larama, mas decidiu “dar-lhe o benefício da dúvida”, por isso continuou a conviver com ele fora da competição. A jovem conta que foi isso que a levou a conviver com ele fora do reality show, mas algo correu mal. “Vi que ele era uma pessoa ainda pior. É um ser com que não consigo lidar”, diz a jovem que acrescenta que nos poucos dias que existiram entre os dois reality shows, nunca viu o colega sóbrio.
Teresa recorda que Larama revelou ter pago as extensões a Angélica e pergunta se ofereceu presentes às outras colegas. “Não, foi só à Angélica. Achava que ela era uma pessoa muito querida. Mas a coisa mais feia que ela fez foi transportar o que aconteceu no exterior para o interior”, refere o angolano.