Na manhã desta sexta-feira, Catarina Miranda deu a sua primeira entrevista. Em direto no “Dois às 10”, a ex-concorrente falou com Cristina Ferreira. Falou sobre todas as polémicas e até sobre o que aconteceu cá fora. Nomeadamente com um dos comentadores do formato. Ou seja, Catarina Miranda arrasa Francisco Monteiro e quer ser comentadora.
Primeiramente, a ribatejana explicou que “gastei muito dinheiro com o Monteiro para a final”. Em seguida, garantiu já saber que ele “me humilhou e arrasou”. E não foi branda com ele. “Quando ocupamos um posto achamos sempre que nao nos vai ser reparado. É preciso saber comentador”, acrescentou. Aliás, não tem mesmo dúvidas: “Um dia ainda lhe vou tirar a cadeira de comentador e mostrar-lhe o que é ser um comentador isento”, assegurou.

Catarina Miranda insiste que continua a “adorá-lo”. “Mas magoa-me saber que um jogador com ele tem zero fairplay com as pessoas que estão na casa. Denegriu a imagem de concorrentes que por ali passaram. Partiu uma parede e não foi sancionado”, esclareceu. Aliás, não acha que seja melhor do que Monteiro, mas está ao nível dele. Por fim, assegurou que continua a “admirar imenso o jogo do Francisco Monteiro”. “Mas gostava de lhe perguntar o porquê de um concorrente como ele instigar o ódio”.
O que aconteceu?
À hora de almoço desta quinta-feira, Catarina Miranda discutiu com João Oliveira. A ribatejana estava em confronto com o amigo desde o início da manhã. Segundo ela, o colega estava a provocá-la e acabou por ter uma atitude irrefletida enquanto almoçavam. Catarina Miranda atirou com um copo ao chão e os estilhaços atingiram Gabriel Sousa. O rapaz teve mesmo que receber assistência no confessionário. Veja o momento no vídeo.
João Oliveira foi um dos mais revoltados com o comportamento. E enquanto a amiga não estava na sala, chegou a apelar à sua expulsão direta. Para além disso, ainda garantiu que se esta não fosse expulsa, ele desistiria. Mas foi ainda mais longe, ameaçando com um processo. Em seguida, ao regressar à “casa”, Catarina Miranda dizia ter a certeza de que não seria expulsa. Algo que, afinal, não se concretizou.
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